Plebiscito Popular

Em defesa da classe trabalhadora: a APS apoia a campanha do Plebiscito Popular

A proposta é mobilizar o povo brasileiro em defesa de quatro pontos centrais: redução da jornada de trabalho, fim da escala 6×1, tributação dos super-ricos e isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Essa campanha é uma resposta à crise social imposta pelo capital e à desconexão dos poderes instituídos com a realidade do povo. O plebiscito é uma forma de fazer a vontade popular incidir diretamente sobre os rumos do país e de transformar indignação em organização coletiva.

O que é um plebiscito?

Historicamente, o termo “plebiscito” remonta à República Romana e tem origem na luta da plebe contra os patricios, a elite dominante. Era a forma de garantir que as decisões da maioria fossem respeitadas. Plebiscito é, portanto, a expressão direta da soberania popular.

Diferente do referendo, que consulta o povo sobre uma lei já existente, o plebiscito parte do povo para propor algo novo. É iniciativa popular direta, anterior ao parlamento, que busca forçar a escuta das instituições.

Por que esses quatro temas?

A jornada de trabalho extenuante e a escala 6×1 são formas de superexploração da força de trabalho. Em nome do lucro, milhões de trabalhadores vivem sem tempo para si, para os filhos ou para os estudos. A redução da jornada e o fim desse modelo são medidas urgentes de dignidade e de liberdade real.

Ao mesmo tempo, a estrutura tributária brasileira perpetua desigualdades. Os mais pobres pagam proporcionalmente mais impostos do que os mais ricos. A proposta de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, aliada à tributação dos que concentram renda e patrimônio, é uma correção histórica. É uma forma de reequilibrar o sistema tributário e enfrentar os privilégios das elites.

Organizar o povo, disputar a maioria!

Mais que uma consulta, o plebiscito é uma ofensiva política popular. Ele propõe um processo de escuta, mobilização e disputa de ideias com a classe trabalhadora. Em setembro, os resultados dessa grande campanha serão entregues ao Congresso Nacional e ao presidente da República.

Trata-se de um gesto político concreto, com potencial de impactar a correlação de forças. Por isso, a APS se soma à iniciativa com firmeza. Apostamos na organização popular como caminho para pautar a agenda do país e fazer valer a vontade da maioria.

Ousando lutar, venceremos!

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